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Bracelete de Prata 925 com Multigemas Naturais

Bracelete de Prata 925 com Multigemas Naturais

(001449)

Marca:  Preciosa  | 

Modelo:  Jóia de Prata 925 com Gemas Naturais

Deslumbrante Bracelete de Prata 925 com Pérolas Biwa Revestidas de Titânio, Turquesas Silver Púrpuras, Ametistas e Topázios Naturais

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Marca:  Preciosa  | 

Modelo:  Jóia de Prata 925 com Gemas Naturais

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Descrição do Produto

DESCRIÇÃO:

Bracelete de Prata 925 com Pérolas Biwa Revestidas de Titânio, Turquesas Silver Púrpuras, Ametistas e Topázios Naturais

Nome da(s) Pedra(s): Pérolas Biwa Revestidas de Titânio, Turquesas Silver Púrpuras, Ametistas e Topázios Naturais
Cor da(s) Pedra(s): Colorido Arco-Íris, Púrpura, Lilás, Branco e Azul
Corte da(s) Pedra(s): Fancy Cabochão, Pêra e Redonda Facetada
Peso da Jóia: 38,0 g (peso total de prata + pedra),
Comprimento: 17,5 mm a 21,5 cm
Tamanho da(s) Pedra(s): 18,0 X 33,0 mm, 23,0 X 30,0 mm, 20,0 X 30,0 mm, 14,0 X 23,0 mm, 7,0 X 5,0 mm e 5,0 mm
Clareza da(s) Pedra(s): IF a VVS e Excelente
Brilho: Lindo
Tratamento: Não Aquecido e Aquecido
Metal: Prata 925
Origem: Brasil, EUA, Japão e Uruguai
Origem da Jóia: Índia
Quantidade: 01 peça

CURIOSIDADES:

Ametista

O nome vem do Grego amethystos, significa não ébrio, não bebido. É a pedra mais apreciada da família dos Quartzos. A sua cor é violeta púrpura, podendo ser mais profunda ou mais suave; também é encontrada com faixas brancas de quartzos leitosos.

Esta pedra ocupou destaques importantes em ornamentos católicos ao longo dos séculos, considerada a pedra de Bispos e Cardeais. No século XVIII era muito valorizada, após descoberta de jazidas no Brasil se tornou uma pedra de médio valor. Quando têm formato de pirâmides, a cor mais intensa predomina nas pontas dos cristais. A ametista é encontrada em muitos países, mas os maiores depósitos estão no Sul do Brasil e no Uruguai.

Jazidas: As Ametistas são encontradas em geodos, gretas ou jazidas aluvionares. As jazidas mais importantes estão no Brasil, Uruguai e República de Malgaxe.

Cuidados com a sua ametista: A Ametista é uma pedra muito durável e por isso é uma ótima escolha para o uso diário. Deve-se apenas tomar o cuidado de retirar a jóia em atividades em que a pedra possa sofrer riscos. Tomando-se este cuidado a pedra estará sempre intacta.

Propriedades: Pedra da Alma, pedra utilizada para abertura do 3º olho, acalma a vibração trazendo tranqüilidade para o interior da mente. Libera a tensão. Mexe com o corpo mental, protege conta doenças, tranqüiliza. É usada para insônia e enxaqueca. Atua sobre o sistema circulatório, imunológico e metabólico. Acalma a mente, aumentando a memória e a motivação.

Pérolas

Sobre Pérolas

A origem da palavra pérola vem do latim e seu significado talvez venha de um molusco "perna" ou devido a sua forma esférica "sphaerula". As pérolas são produzidas por moluscos e seu tamanho varia do de uma cabeça de alfinete e o de um ovo de pomba. A maior pérola encontrada pesa 450 quilates. A pérola se origina de uma reação do molusco a corpos estranhos que penetram no seu interior.
Certos moluscos bivalves (duas conchas), como alguns mexilhões e ostras, criam pérolas como uma reação a um agente irritante que se alojou dentro da concha. Na natureza, essa irritação pode ser microscópica, como um parasita, ou um grão de areia. O molusco segrega nácar, o mesmo material usado na parte interna da concha, e, ao longo do tempo, o nácar vai envolvendo o intruso, criando a pérola. Pérolas naturais podem não ser, necessariamente, perfeitamente redondas. Quanto mais tempo o molusco trabalha para criar a pérola, maiores as chances de a pérola ser deformada ou oca. Tanto os moluscos de água salgada quanto os de água doce produzem pérolas.
Propriedades: Tem o poder de atrair amor, sorte, saúde e dinheiro. Considerada a mais sensível das pedras, por ser gerada a partir de um ser vivo.

Pérolas de cultura

As pérolas cultivadas não são uma imitação, mas sim uma forma do homem colaborar para sua formação natural. A produção das pérolas cultivadas é causada pela introdução de corpos estranhos nos moluscos.
Quando os técnicos introduzem um irritador em um molusco, ele se protege com nácar, como de costume, e o resultado é uma pérola "real". No entanto, o irritador é muito maior que um grão de areia ou um parasita. Moluscos de água salgada são semeados com uma lasca pequena de madrepérola (material do interior da concha), mais um pedacinho de seu próprio tecido, o que leva à produção da pérola imediatamente. Pérolas de água salgada cultivadas, portanto, começam maiores, têm um centro não-nácar, são uniformemente arredondadas e estão prontas para a colheita mais cedo do que uma pérola natural.

Jazidas: As pérolas de melhor qualidade encontram-se no Golfo Pérsico (pérola do oriente). Existe também extração na Índia e Sri Lanka, na Austrália e na América Central. As pérolas cultivadas são produzidas em larga escala no Japão.

Cuidados com a pérola: As pérolas têm que ser armazenadas separadamente das outras peças, envolvidas em tecido. Limpe-as com um pano úmido e evite produtos químicos da casa, produtos para os cabelos, cosméticos e perfumes, pois tiram o brilho das pérolas.

História das Pérolas Biwa

As Pérolas Biwa são pequenas, de formato incomum, são pérolas cultivadas nos mexilhões de água doce do lago Biwa, no Japão. Produzidas pela primeira vez na década de 1930, sua qualidade rivalizou com a de ambas as pérolas naturais de água salgada, a natural e a cultivada, e elas eram muito menos caras. Durante muitos anos toda pérola de água doce foi chamado de Biwa, independentemente da sua proveniência.

Sobre Pérolas

Certos moluscos bivalves (duas conchas), como alguns mexilhões e ostras, criam pérolas como uma reação a um agente irritante que se alojou dentro da concha. Na natureza, essa irritação pode ser microscópica, como um parasita, ou um grão de areia. O molusco segrega nácar, o mesmo material usado na parte interna da concha, e, ao longo do tempo, o nácar vai envolvendo o intruso, criando a pérola. Pérolas naturais podem não ser, necessariamente, perfeitamente redondas. Quanto mais tempo o molusco trabalha para criar a pérola, maiores as chances de a pérola ser deformada ou oca. Tanto os moluscos de água salgada quanto os de água doce produzem pérolas.

Pérolas de cultura

Quando os técnicos introduzem um irritador em um molusco, ele se protege com nácar, como de costume, e o resultado é uma pérola "real". No entanto, o irritador é muito maior que um grão de areia ou um parasita. Moluscos de água salgada são semeados com uma lasca pequena de madrepérola (material do interior da concha), mais um pedacinho de seu próprio tecido, o que leva à produção da pérola imediatamente. Pérolas de água salgada cultivadas, portanto, começam maiores, têm um centro não-nácar, são uniformemente arredondadas e estão prontas para a colheita mais cedo do que uma pérola natural.

Características Biwa

Um japonês, Kokichi Mikimoto, fazendo experiências no Lago Biwa com companheiros, descobriu que, se semeasse o molusco apenas com pedaços do tecido do próprio molusco, este produzia uma pérola totalmente nacarada de brilho e forma incomum (a mais típica foi a de um grão de arroz. As pérolas Biwa também surgiram em cores inéditas, e poderiam ser produzidas em massa. Técnicos poderiam plantar muitos pedacinhos de tecido em um manto de mexilhões, e colheita resultaria em 15 ou 20 pequenas pérolas de cada um. A partir da década de 1930, Biwa definiu o padrão de qualidade da pérola de água doce cultivada, e produziu pérolas mais acessíveis do que nunca.

Declínio da Biwa

Pérolas Biwa chegaram ao mercado apenas quando a pesca de pérolas de água salgada natural estava em sério declínio. A pesca e a poluição haviam danificado os criadouros naturais dos moluscos, especialmente no Golfo Pérsico. Na década de 1930, a indústria do petróleo também afastou muitos pescadores de pérolas para longe dos perigos da profissão para empregos mais seguros em terra. Ao longo dos últimos 50 anos, porém, a produção de pérolas Biwa também diminuiu, graças a fatores semelhantes: poluição no lago Biwa e concorrência do exterior, especialmente da China. Hoje, a produção de pérolas Biwa é insignificante, perdendo para a produção de pérolas de água doce em larga escala por vários países, principalmente a China.

Topázio

O topázio está entre as gemas mais tradicionais e de uso mais antigo. Pode ser encontrado em muitas cores ? amarelo, rosa, azul, incolor, vermelho -, mas, por ser a amarela a mais valiosa, muitos pensam ser sempre esta sua cor.
A variedade amarela-alaranjada, comercialmente conhecida como topázio imperial, é particularmente importante para os brasileiros, pois nosso país é o único que a produz. Ele é extraído apenas em Minas Gerais e somente no município de Ouro Preto. Trata-se, pois, de uma gema de ocorrência muito restrita
O citrino, uma variedade de quartzo de cor semelhante à do topázio imperial, mas de menor valor, é freqüentemente vendido como se fosse esta gema. Estima-se que 80% da s pedras que são vendidas como topázios são, na verdade, citrinos. Isso explica o grande número de nomes comerciais enganadores dados ao quartzo amarelo: topázio da Boêmia, topázio de Salamanca, topázio Escocês, Topázio Hinjosa, topázio Madagascar, etc. No Brasil, já foram muito usados os nomes topázio Rio Grande, topázio Bahia e topázio Palmeira, dos quais o primeiro pelo menos foi praticamente abandonado no Rio Grande do Sul, seu principal produtor.
Esses nomes podem enganar o consumidor duplamente: primeiro por ser tratar de citrino e não de topázio; segundo porque muitas vezes a cor desse citrino foi obtida artificialmente, por tratamento térmico de ametista.
O quartzo amarelo assim obtido é muito apreciado e responde por boa parcela das exportações de gemas gaúchas. Mas, não se trata de nenhuma fraude, desde que ele seja vendido pelo que é, ou seja, citrino, e não topázio. Mas, como distinguir citrino de topázio imperial?
Se forem gemas brutas, a distinção não é difícil, bastando verificar a dureza (maior no topázio), clivagem (ausente no citrino) e morfologia dos cristais, por exemplo. Mas, se forem lapidadas, fica bem mais difícil e é preciso recorrer a equipamento gemológico que permita determinar propriedades como o índice de refração e a densidade (ambos mais altos no topázio).
A água-marinha e o topázio azul também podem ser confundidos. Mas, neste caso o topázio é que é a gema menos valiosa e são raros os nomes enganadores, tipo água-marinha Nerchinsk (topázio azul).
Normalmente pensa-se no Topázio como amarelo dourado, transparente. No entanto, ele pode ainda ser amarelo-laranja, vermelho, cor de mel, cereja escuro, verde claro, azul e rosa. O nome Topázio deriva da palavra Grega (Bllhar) e também se aplica à palavra fogo. O Topázio Imperial e os Rosas são os mais valiosos.

Jazidas: O Topázio encontra-se no Brasil, na Nigéria e no Sri Lanka

Cuidados com seu Topázio: Recomenda-se tirar o Topázio para atividades que possam desgastar, riscar ou quebrar a pedra.

Propriedades: Proteção, melhora a circulação, afasta a ira, ajuda a regenerar os tecidos, representa a energia.Intensifica e transforma os pensamentos e sentimentos mais subjetivos em forma concreta. Rejuvenesce o corpo elétrico e o alinha com o corpo físico.

Turquesa

Uma das gemas mais tradicionais, a turquesa, é um mineral valioso e é, possivelmente, o mais valioso mineral não-transparente no comércio de jóias. A turquesa tem sido minada por eras, desde pelo menos 6000 aC. pelos adiantados egípcios. Sua história também inclui belas criações ornamentais por nativos americanos e persas. Sua popularidade ainda é muito forte hoje.

Trata-se de um fosfato hidratado de cobre e alumínio. É reconhecida principalmente por sua cor, tão característica que se fala com muita freqüência em azul-turquesa.

A cor, na verdade, varia do azul-celeste, a mais valiosa, ao verde-azulado ou verde-amarelado. Os tons azuis são devidos ao cobre e os verdes, à presença de pequenas quantidades de ferro.

Ao contrário da maioria das gemas, a turquesa não tem brilho vítreo, e sim porcelânico. Tampouco mostra transparência, sendo translúcida a opaca.

Apesar da cor e brilho característicos, nem sempre é fácil identificar a turquesa. Existem outras gemas que podem se assemelhar a ela, como a amazonita, a crisocola e variscita.

Existe também a turquesa reconstituída, obtida com gema natural pulverizada misturada a uma cola e prensada, de modo a ficar compacta o suficiente para poder ser lapidada.
As turquesas mais valiosas provêm do Irã, mas este é desafiado por alguns espécimes do sudoeste dos Estados Unidos. No Brasil, a produção é muito pequena.
O nome turquesa pode ter sido dado com referência aos turcos, que introduziram esta pedra na Europa. Costuma-se lapidá-la na forma de cabochão e não facetada, pois além de ser uma pedra opaca, possui veios terrosos escuros.

Jazidas: As jazidas do Sinai foram exploradas há 4.000 anos a.C. As melhores turquesas são encontradas no Irã (turquesa persa). Outras jazidas podem ser encontradas no Afeganistão, Austrália, China (Tibete), Israel, Tanzânia e EUA.

Cuidados com sua turquesa: A natureza porosa e a baixa dureza do mineral tornam as pedras muito sensíveis, pois podem perder sua cor e seu brilho facilmente. Esta pedra pode sofrer alterações pelo suor da pele, cosméticos ou pela perda de sua umidade natural. Deve-se tomar cuidado com riscos ou raspões.

Propriedades: Tem a capacidade de absorver sentimentos negativos que podem vir a seu portador. Sua cor muda quando o portador está doente ou quando algo desagradável está para acontecer. Protege contra poluição do ambiente. Pedra sagrada para o Budismo Tibetano. Grande poder de cura, símbolo do mar e céu, protege contra choques de acidentes violentos.

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