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Anel de Ouro 18 k com Obsidiana Azul Oval

Anel de Ouro 18 k com Obsidiana Azul Oval

(000742)

Marca:  Preciosa  | 

Modelo:  Jóia de Ouro 18 k com Gema Natural

Belíssimo Anel de Ouro 18 k com Obsidiana Azul Oval

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Anel de Ouro 18 k com Obsidiana Azul Oval

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Descrição do Produto

DESCRIÇÃO:

Anel de Ouro 18 k com Obsidiana Azul Oval

Metal: Ouro18 k
Nome da(s) Pedra(s): Obsidiana
Cor da(s) pedra(s): Azul
Medidas da(s) Pedra(s): 15,7 X 11,5 X 8,2 mm
Aro: 20*
Lapidação: Oval
Peso: 3,0 g

*OBS: O aro do anel pode ser alterado para qualquer tamanho; basta adquirir um item "Ajuste de Anel" no Departamento "Outros" para cada anel que deve ser alterado e informar o número desejado no campo "Observações" na conclusão do pedido.

Obsidiana

Nome: OBSIDIANA
Sistema cristalino: Amorfo
Componentes essenciais: Feldspatos e Quartzo
Componentes secundários: Ilmenita e Magnetita
Dureza: 5
Volume (densidade): 2,35
Clivagem: Inexistente
Fratura: Concóide
Cor: Preta
Cor do traço: Amarelo-clara
Textura: Vítrea
Estrutura: Esferulítica
Granulação: Ausente

Usos: Hoje em dia, além dos muitos usos decorativos que tem, a obsidiana é importante matéria-prima na fabricação de "lã mineral". Também chamada de lã de vidro, trata-se de uma substancia vítrea constituída de fibras muito finas que se obtêm soprando vapor ou ar sobre um bloco em fusão de obsidiana de grau inferior. A lã de vidro é muito usada tanto como material de empacotamento quanto como isolante térmico e acústico. Com a obsidiana, também é possível confeccionar objetos de uso ornamental como jarros, estátuas e jóias.

Ocorrência: A obsidiana é uma rocha ígnea extrusiva formada pelo rápido resfriamento de lavas vulcânicas. Esta, por sua vez, não é uma formação rochosa muito abundante. Embora seja a principal forma de vidro natural (vidro não-cristalino), não é comum e nem muito difundida. Os maiores depósitos são formados em cursos d'água e diques, onde é encontrada em associação com o riólito. A maioria desses depósitos são ricos em sílica (dióxido de silício).
No Mundo: Equador, Guatemala, Hungria, Japão, Indonésia, México, Peru, Inglaterra, Islândia, Itália e Estados Unidos.

Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando o magma solidifica rapidamente, por exemplo, arrefecendo sob água. Consiste em 70% ou mais de sílica (SiO2 - dióxido de silício). A obsidiana não é um mineral por não ser cristalino e, além disso, é muito similar na composição do aço, granito e riólito. É classificada às vezes como um mineralóide.
A obsidiana foi usada em determinadas culturas da idade da pedra porque pode ser fraturada para produzir lâminas afiadas ou cabeças de seta. Como todo o vidro e alguns outros tipos de rochas naturais, a obsidiana fratura-se de forma conchoidal. Pode também ser lustrada para criar espelhos.
Na era pré-colombiana o uso da obsidiana na Mesoamérica era sofisticado para produzir esculturas e ferramentas. As lâminas de obsidiana podem ter uma borda de corte tão fina como os bisturis de aço cirúrgico de qualidade muito elevada. Os mesoamericanos fizeram também um tipo de espada com lâminas de obsidiana montados em um corpo de madeira. Entre os astecas, essa espada tinha o nome de macuahuitl.
A obsidiana é um produto da lava vulcânica. Quando esta substância esfria velozmente, ao invés de produzir um rochedo ? conforme a configuração desta pedra em estado de fusão, ela constituirá basalto, andesito, riolito, ou outro tipo de rocha -, resultará em um vidro estruturado naturalmente, ou seja, na obsidiana, que se distingue dos espécimes de cristal por ser essencialmente composto por átomos dispostos em boa ordem.
Isto pode ocorrer, por exemplo, quando a lava jorra sobre uma superfície líquida. Este vidro natural é formado essencialmente por 70% ou mais de uma substância conhecida como sílica. Por não ter a mesma estrutura dos cristais, a obsidiana é considerada muitas vezes como um mineralóide ? elemento de natureza geológica que não pode ser classificado como cristal.
Este espécime pode ser revelado por suas características únicas: o fulgor típico dos vidros, uma fissura semelhante ao interior de uma concha, bem acentuada, e coloração escura, que pode tender para o esverdeado, o cinzento, o marrom, o amarelo ou para o tom avermelhado. Estas cores vão sempre se diversificar, conforme as máculas que nela podem ser encontradas.
O tom que vai do verde escuro ao negro é justificado pela presença de ferro e de magnésio. Se a obsidiana apresenta minúsculos cristais brancos e junções de cristobalite na forma de raios ? uma das variedades formais assumidas pelo quartzo -, o vidro adota um modelo manchado ou na forma de ?floco de neve?.
A obsidiana pode igualmente ser constituída por glóbulos de ar, os quais resultam do movimento anterior da lava que a produziu; estas bolhas estarão, então, dispostas nos estratos gerados exatamente quando a pedra liquefeita manava, um momento antes de ser esfriada. Elas têm o potencial de criar resultados intrigantes neste vidro, como, por exemplo, um arco-íris.
Os fragmentos pequenos de obsidiana que foram originariamente desgastados e formatados no feitio circular pela ação do vento e da água são denominados, nesta condição, ?lágrimas de apache?. Com todas estas múltiplas formas, a obsidiana é predominantemente utilizada para fins decorativos. Além de suas configurações naturais, ela também pode assumir outros formatos, conforme a maneira como é aparada. Até suas cores variam segundo o tipo de corte.
Por suas várias utilidades, foi adotada amplamente durante a Idade da Pedra. Com ela era possível confeccionar instrumentos afiados e cabeças de seta. Era igualmente envernizada para constituir espelhos. No período pré-colombiano, a obsidiana era comum na região americana conhecida como Mesoamérica, pois com ela se elaboravam esculturas e utensílios, bem como uma espécie de espada com lâminas de obsidiana e o corpo composto de madeira.
Por seu fulgor e sua transparência, é utilizada como pedra preciosa há pelo menos 5 mil anos. A mais adotada é a que procede do México, particularmente de Querétaro e Hidalgo. Mas também há vidros que provêm da Itália, dos Estados Unidos, Hungria, Nova Zelândia e Rússia. No sul do Brasil é fácil se deparar com obsidiana preta, principalmente no Rio Grande do Sul.
Esta é a pedra do chamado "pão-pão, queijo-queijo", ou "os pingos nos iis". Ela põe tudo no seu devido lugar, fazendo justiça. A Obsidiana não tem perdão, é contundente: quando ela mostra a verdadeira face de uma situação (as verdadeiras faces = vai apontar todos os lados) o faz de uma maneira radical e geralmente sem volta. Mas também , tão bem-feita, que nem sequer sentimos a sensação de perdas, apenas entendemos que aquilo nõ nos serve, se for o caso de largar a situação ou pessoa. Lembre-se de que quando você está usando a Obsidiana para saber o que ocorre com pessoas ou situações que lhe dizem respeito, a sua própria posição também será colocada as claras. A Obsidiana é uma pedra muito pesada e deve ser usada com cuidado. Na verdade, sua origem é a lava vulcânica, da qual é formada e é a única pedra que não contém água em sua estrutura. Não deve ser usada junto ao corpo, porque tende a "sugar" nossas emoções (simbolizada pela água), podendo nos fazer sentir pesados, depois de um certo tempo. O melhor é utiliza-la deixando no ambiente e quando terminar o que tiver para fazer, desintencione-a e deixe-a em qualquer cantinho, sem sufocá-la. Use para uma tarefa de cada vez. A Obsidiana pode e deve ser usada em todas as questões judiciárias. Quando você tem certeza que está com a razão. É a pedra da justiça e da revelação.
A Obsidiana Preta é uma das mais importantes professoras de todas as pedras da Nova Era. Ela está associada ao primeiro chacra. Esse centro de energia relaciona-se a Terra, ao físico, à sobrevivência e à realização do ego pessoal. Ao colocar uma dessas pedras sobre os pontos de chacra inferior, atraem-se as energias mais puras dos chacras superiores para os centros primitivos, para o aprimoramento e a purificação do ego.
Obsidiana Preta deve de ser empregada apenas por aqueles instruídos sobre seus poderes e preparados para processá-lo às mudanças que ela muitas vezes implacavelmente acarreta. Regida pelo planeta Plutão, seu objetivo é conduzir a mente através das áreas obscurecidas do subconsciente, para estabelecer uma identidade no superconsciente. Como professora plutoniana, não serve ao ego. Em vez disso, mostra de modo rude e muitas vezes grosseiro ao eu-ego o seu lugar e o que precisa para mudar e avançar para o próximo passo do desenvolvimento evolutivo. Atua como um espelho que reflete as falhas da natureza de um ser e amplia temores, inseguranças e atitudes egocêntricas que reprimem as qualidades superiores da alma. Pode-se chamá-la de "guerreira da verdade", aquela que mata a ilusão para dar à luz a visão da Nova Era.
A obsidiana Preta é uma professora magistral e veio nos ensinar o verdadeiro significado de sua cor. O preto, sendo denso, o obscuro e o desconhecido, é o oposto polar do branco, o translúcido, o iluminado e o conhecido. Cada uma dessas expressões opõe-se precisamente à outra e, como partes da alma que são, permitem à outra existir. Cada uma dessas cores encerra dentro de si todas as outras; tanto o preto quanto o branco podem potencialmente conter a mesma intensidade de luz. Embalada nos braços do preto e do branco, do dia e da noite, do escuro e da luz, a vida da Terra foi concebida e criada e agora está pronta para vir, a saber, que os polos aparentemente opostos são, na realidade, o mesmo. Os conceitos de bom e mau não passam de um truque pregado aos sentidos quando se veem essas cores distintas.
A cor preta foi mais mal empregada e mal compreendida do qualquer outra em todo o espectro. Ao evoluir e sentir o poder do universo fluindo nas veias, a alma humana apresentou uma tendência a reivindicar esse poder como seu. Ao buscar apenas satisfação pessoal, ela aprendeu a canalizar essa força cósmica para o planeta de forma que só servem ao seu pequeno ego, em vez de servir à força em si mesma. Quando isso ocorre, a luz contida no preto volta-se contra si mesma e os aspectos mais baixos da natureza humana predominam. A magia negra caracteriza exatamente esse tipo de abuso flagrante de poder que se manifestará em ações maléficas. Entretanto, o próprio processo de abuso de poder consiste numa das maiores lições que o universo deve ensinar a seus ocupantes.
Pode-se constatar a existência da teoria do buraco negro em diferentes aspectos da criação, da humana à estelar. Esse fenômeno natura origina-se quando a luz é egoisticamente consumida e revertida contra si mesma, acarretando a destruição e a devastação sobre todos os objetos circundantes que são atraídos para dentro do buraco negro por uma força gravitacional cada vez mais forte. À medida que a luz é absorvida, o vácuo torna-se mais profundo e maior até, finalmente, a alma ou as estrelas renascerem tomando conhecimento de que a luz deve ser compartilhada e igualmente possuída por todos. Uma vez aprendida essa lição, toda a luz consumida pelo buraco negro explode para fora no outro lado da realidade, e o buraco branco existe como uma manifestação brilhante de uma lição bem-assimilada. Cada um de nós, numa ocasião ou noutra, deve passar pelo processo de autodestruibilidade do buraco negro e aprender a usar de modo apropriado a luz e a energia. Quando a maioria dos habitantes da Terra se conscientizar dessa lição, a Terra como um todo renascerá e a Nova Era florescerá.
A Obsidiana Preta nos ensina que o buraco negro dentro de cada um de nós consiste na não-identificação com a fonte de luz e que é a obscuridade do medo e do egoísmo que nos leva à autodestruição. Ela trará luz a esses temores e provará que eles não passam de uma ilusão, uma interpretação equivocada da verdade.
A Obsidiana Preta demonstra a habilidade para identificar-se e harmonizar-se por completo com a luz durante a existência e a atuação no plano material. Ela exemplifica a capacidade de manter um stado mental meditativo e concentrado enquanto em meio à grande atividade da vida diária.
A visão divina capacita um indivíduo a tornar-se ainda mais humano, mais compassivo e mais compreensivo por saber que, não importa qual a circunstância aparente ou o acontecimento cármico, tudo se encontra na ordem divina correta e o universo, bem como todas as coisas aí presentes, existem eternamente num estado brilhante de perfeição.

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